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Em inscrição: curso de extensão “Língua portuguesa para migrantes falantes de árabe”

Estão abertas até 31 de agosto as inscrições para o curso de extensão gratuito “Língua portuguesa para migrantes falantes de árabe”, que tem por objetivo desenvolver as competências linguísticas e discursivas em língua portuguesa, considerando o contexto sociocultural dos participantes.

Serão trabalhadas as habilidades de ler, escrever, ouvir e falar, com foco na reflexão sobre o uso de recursos linguísticos – como gramática, vocabulário e pronúncia – em situações do cotidiano, além da comparação entre as línguas e culturas árabe e brasileira, valorizando suas especificidades e identidades culturais. O conteúdo inclui gêneros discursivos como apresentação pessoal, cartaz, panfleto, bilhete, receita, formulário, currículo simplificado e mensagens por aplicativo, além de recursos linguísticos como artigos definidos e indefinidos, flexão de gênero e número, pronomes pessoais, presente do indicativo (verbos regulares e irregulares), imperativo formal e informal, pronomes interrogativos, sons do b/p, f/v, lh/nh, vogais nasais, abertas e fechadas, e a ordem sintática mais comum do português.

Período: 1º de setembro a 1º de dezembro
Quando: segundas e quartas-feiras, das 17h30 às 19h
Local: CEPIR – Coordenadoria Setorial de Promoção da Igualdade Racial de Campinas
Endereço: Av. Campos Sales, 427

Inscrições pelo site da Extecamp: https://www.extecamp.unicamp.br/dados.asp?sigla=%8Eg%D5%C2%5E%E1%D4%9C&of=%F7%12%AA

As aulas serão ministradas por Louise Hélène Pavan, doutoranda no Departamento de Linguística Aplicada do IEL, e por Ahmed Freij, estudante sírio da Segunda Habilitação em Português como L2/LE na Unicamp.

Esta iniciativa é parte das ações de extensão realizadas pelo Grupo de Acolhimento em Línguas (GAL), em parceria com a Segunda Habilitação, a Extecamp, a Diretoria Executiva de Direitos Humanos e a Coordenadoria Setorial da Promoção da Igualdade Racial. A proposta afirma a universidade pública como espaço de diálogo e responsabilidade social, onde ações de extensão, como esta, articulam ensino, pesquisa e compromisso ético com a escuta, o acolhimento e a construção coletiva de políticas linguísticas mais justas e plurais.

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